Aqui é assim, ó:

A foto mostra, mais ou menos, um quarto do espaço que Pedras Rollantes ocupa no Vale do Rio das Águas Frias, em Alfredo Wagner. É a parte onde se concentram as unidades da Pousada, os pomares e o Café no Sítio.

A casa verde, à direita, é o lar de Lu e Tarcísio e onde eles servem o Café no Sítio nas tardes de domingo, nas mesas ao ar livre. A construção do outro lado, à esquerda, é a casa do Eduardo e da Sabrina. É ali, no térreo, que estão os dois Estúdios Enxaimel, complemente autônomos e independentes da moradia do casal.

As duas residências estão nas encostas do vale, distantes menos de 300 metros uma da outra em linha de visão reta e a 520 metros acima do nível do mar. Uns 30 metros abaixo está o fundo do vale, onde corre o Rio das Águas Frias. A caminhada entre os portões dos quintais das duas casas é de 550 metros, coisa de uns 20 minutinhos

Os Estúdios Enxaimel Nascente e Poente estão a 350 metros do Rio das Águas Frias, que pode ser alcançado em uma linda caminhada de menos de dez minutos. Quem desce para o rio passa primeiro pelo pomar de laranjas sanguíneas e por um dos pomares de limão siciliano. Se tiver fruta no pé, sirva-se. A esquerda está nossa florestinha de eucaliptos, que é de onde retiramos madeira para muitas das obras e cercas que fizemos aqui e para a lenha que aquecerá as unidades da Pousada nestes meses de inverno que se avizinham.

Ao chegar na várzea, à direita estará o rio. À esquerda, mais limão siciliano, bananas, goiabas, nêsperas, pêssegos, tangerinas okitsu, laranjas, outros limões, peras, caquis, uvas… O que estiver em ponto de colheita, é só colher e comer.

Mais à esquerda, aqueles pontinhos verde-escuros sobre um manto verde-claro e limitados pela cerca viva nesta foto, é o pomar de clemenules número 2, de onde deveremos colher de 4 a 5 toneladas de frutas nesta safra. Ele é novinho ainda.

A linha pontilhada termina no acesso mais fácil à margem do rio. Ali tem um portão para que os cavalos que pastam livres do outro lado não adentrem nos pomares quando atravessam o Águas Frias. Seguindo uns metros após o final da linha pontilhada, chega-se à ponte que une as duas margens, mas ela não aparece na foto, está encoberta para copa das árvores.

A Casinha, a Casa da Cama e a Casa Torta estão na margem esquerda. A caminhada desde a maior das unidades até o rio é de 250 metros. Logo na saída à direita, estão os dois açudes que servem como reservatório de água para irrigação dos citros nos períodos de seca intensa, fato que não acorre por aqui desde 2012.

Em seguida está o galpão de trabalho do sítio, que também é onde são recebidos os visitantes que participam do Colhe e Paga de Clemenules, que ocorre todo ano durante os meses de junho e julho. Está na porta.

Pelo lado direito do galpão está o acesso ao pomar número 1, este que praticamente abraça a casa de Lu e Tarcísio. Dele esperamos tirar entre seis e sete mil quilos da Rainha das Tangerinas, delícias que serão levadas para os mercados de produtos orgânicos da região da Grande Florianópolis e para o mercado paulista. E uma parte será colhida por quem nos visitar nos dias de Colhe e Paga.

Deixando o galpão à direita e caminhando para a parte baixa do terreno, a paisagem da margem do rio se descortina aos poucos. Primeiro é o vale que termina nas montanhas na Pedra Branca. À direta está a área de culturas rotativas, que nesta foto está com milho perto da hora da colheita. Depois avista-se a Casa da Cama e a Casa Torta e, já no final da descida, a ponte que liga as duas margens.

Em frente à Casa Torta está o pomar de ponkans, com suas 50 árvores. A linha pontilhada termina no melhor local para acesso ao rio por esta margem. Caminhado mais tem pitanga, tangerina do rio, goiaba, amora, araçá amarelo, araçá vermelho, nêspera, etc. Se estiver maduro, desfrute.

About the author: Tarcisio

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